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terça-feira, 18 de junho de 2019

Pastores divorciados são pastores reprovados?



Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos, se ele mesmo não cumpriu na sua vida?


O estudo do Pr. Magdiel é excelente, por isso estou publicando meu blog.
Pr. Elias Souza.

Pela relevância do tema, preciso antes de analisá-lo, lembrar o contexto e a realidade  de desconfiança e incredulidade que se encontra a Igreja Cristã em nossos dias.
Hoje observamos que as pessoas, mesmos as cristãs, já não acreditam na eficácia e eficiência da Igreja como uma organização abençoadora e participante dos propósitos de Deus neste mundo. Antes, a consideram “falida” e ineficaz para propagar a Palavra de Deus e para cuidar de vidas.
Por que isso ocorreu? O que levou as pessoas a pensar desta forma?
Bem, são várias as respostas para estas questões, mas a que considero mais chocante é que a maioria dos cristãos perdeu a confiança em seus pastores e líderes, e não os consideram mais um “padrão” (exemplo) para os fiéis. Essa desconfiança fez com que não os respeitassem mais e não os considerassem como conselheiros e guias adequados para ajudá-los em seus dilemas e problemas diários.
E como os pastores e líderes perderam a confiança do rebanho de Cristo?
A resposta é que simplesmente não fizeram, não praticaram em suas vidas, o que ensinavam e pregavam aos demais irmãos. Foram incoerentes e inconsequentes, e mais, foram infiéis ao que nos ensinam as Escrituras. Negaram com suas ações tudo aquilo que a vida inteira afirmaram ser a verdade bíblica, a verdade de Deus para a Igreja.
Uma destas incoerências se deu e se dá pela epidemia de pastores e ministros evangélicos que se separam e se divorciam de suas esposas e se casam com outra.
O divórcio e o adultério invadiram a igreja, enquanto ovelhas e pastores igualmente demonstraram pouco ou nenhum interesse para com esta contaminação, mais e mais ministros entraram para o sistema mundano do “casa-separa-casa-separa”, criando uma atmosfera de epidemia na igreja. A racionalização reinou suprema em detrimento da Palavra de Deus.
E aí então, entramos propriamente no assunto e questão principal deste artigo, ou seja, podem estes pastores e ministros prosseguirem pastoreando e liderando o povo de Deus após terem essas atitudes e postura?
A resposta é rápida e simples: NÃO!
E porque digo isso? Porque a Bíblia os considera repreensíveis para o ministério pastoral.
A seguir demonstro biblicamente, porque afirmo isso, enumerando algumas razões que impedem um pastor de continuar com seu ministério após se separar, se divorciar de sua esposa:

1ª RAZÃO:
Porque Ele passa a NÃO ser um exemplo dos fiéis.
Em I Tim. 4:12, Paulo exorta ao pastor Timóteo para que seja “…o padrão (exemplo) dos fiéis…” O homem que está no segundo, ou até no terceiro casamento, não pode ser exemplo dos fiéis, por não ser esta a vontade de Deus para o seu povo: Ele odeia o divórcio (Mal. 2:16). Os jovens de tal igreja estariam automaticamente, levantando a possibilidade de os seus futuros casamentos, se não derem certo “como o do pastor”, o divórcio seria uma opção e ainda Deus os estaria ainda abençoando após algumas “tribulações…” Desastroso exemplo seria também para os que entrarão ou já estão no ministério pastoral. O Cristianismo verdadeiro não segue o lema de “faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”. Paulo disse “sede meus imitadores como eu sou de Cristo” (I Cor. 3:15). O ministério pastoral não é para qualquer um, mas para os que tem condições morais de dar exemplo (Heb. 13:7).

2ª RAZÃO: Porque ele NÃO é mais irrepreensível.
Em I Tim. 3:2 temos as qualificações para o pastor: “Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível…” A palavra traduzida por irrepreensível usada no texto acima é do grego “anepleptos”. Ela aparece 3 vezes no Novo Testamento, a saber: I Tim. 3:2, 5:7 e 6:14. O significado é sempre o de alguém de quem não se pode falar nada contra, sem mancha, sem culpa, inacusável. Independente de ser ou não o causador do divórcio ( se é que existe tal condição ), o homem que passou por esta experiência não se encaixa nas exigências bíblicas, e será usado pelo diabo para escandalizar e envergonhar o Evangelho. Existe “pastor” que se casou em rebeldia contra os conselhos dos pais, de amigos e até de seus pastores atraindo as maldições do Senhor. Tal flagrante violação da vontade de Deus, tornou tal crente o único responsável pela falência do seu próprio casamento, desqualificando-o de uma vez por todas, para o exercício do pastorado.

3ª RAZÃO: Ele Não é mais marido de UMA SÓ mulher.
“Convém, pois, que o bispo seja irrepreensível, marido de uma mulher…” (I Tim. 3:2). A expressão “marido de uma mulher” significa muito mais do que o leitor superficial possa imaginar e não é como alguns afirmam equivocadamente “uma esposa de cada vez”. Ora, isso seria um convite e uma motivação para vários casamentos, e não penso que a Palavra de Deus concorda com esta teoria. O ensino é que a mulher com quem o bispo, pastor é casado é a sua primeira e única! Não tem nada a ver com a condenação de relacionamentos simultâneos, o que seria adultério. Entretanto, existe uma linha de interpretação aqui defendida por muitos, que situa esta orientação baseado numa suposta condenação da poligamia. Penso que seria um absurdo tão redundante e flagrante o pecado da poligamia que Paulo não precisaria se referir a ela para uma pessoa especial como o bispo. O que realmente está em jogo aqui é a conduta ilibada e irrepreensível do pastor no seu relacionamento singular com a sua primeira esposa. Em algumas versões bíblicas, o texto fica ainda mais claro e aparece assim: É preciso, porém, que o dirigente seja irrepreensível, esposo de uma única mulher… ou ainda, diz: É, porém, necessário que o inspetor seja irrepreensível, que não tenha sido casado senão uma vez…
Veja o verso afim em I Tim. 5:9. “…e só a que tenha sido mulher de um só marido.” É óbvio que a viúva a que Paulo se refere, só poderia receber auxílio da igreja se tivesse vivido com um só homem. Por estar ele morto não haveria outro. Esta é a mesma construção gramatical que se refere a situação do pastor, apenas invertendo-se os substantivos. A ênfase em I Tim. 3:1 sobre a vida conjugal do pastor é tão flagrante, que a mesma palavra que é usada para expressar a unicidade da mulher da sua vida, é usada também em todas as vezes no Novo Testamento para expressar que marido e mulher se tornam uma só carne. O homem que se divorcia e se casa com outra mulher não reverte o se tornar uma só carne com a primeira, portanto ele não é mais marido de uma só mulher nem na singularidade nem na ordem numeral. Se voltasse para a primeira mulher cessaria o adultério, mas a desqualificação está selada para sempre.

4ª RAZÃO: Ele Não tem mais autoridade para orientar nem aconselhar.
Certo pastor, que estava no segundo casamento, teve a audácia de, ao pregar numa determinada igreja, mencionar a sua indignação ao se deparar com colegas que estavam no segundo casamento… Tal falta de honestidade e coerência nos faz lembrar a advertência do Mestre que disse “Ou como dirás ao teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu” (Mat. 7:5). O divorciado não pode pregar numa igreja como pastor, muito menos aconselhar os casais crentes sobre família, porque a sua não é mais exemplo. Se tentar aconselhar estará sendo hipócrita, se não aconselhar estará sendo omisso com o ministério mutilado.
Como um pastor divorciado poderá aconselhar um casal que está com problemas no casamento? Com que autoridade ele dirá para lutarem pelo seu casamento, para se perdoarem e buscarem a reconciliação se ele mesmo não conseguiu fazer isso? Como esse pastor aconselhará um jovem casal prestes a se casar orientando-os que o casamento é um compromisso até a morte se ele mesmo não cumpriu isso?
Não tem jeito, o Cristianismo não funciona segundo palavras vazias, mas com exemplo de vida. Mesmo que o homem não tenha se casado novamente, a situação de separação da primeira esposa já o desqualifica para o pastorado, pois não conseguiu, falhou, fracassou em “governar sua própria casa”.

5ª RAZÃO: Ele contradiz a própria Palavra que prega, por exercer, em rebeldia, uma posição para a qual Deus não o permite mais…
Quando o pastor sobe ao púlpito para pregar, ele não pode expressar as suas opiniões. Ele tem que entregar uma mensagem que não é a sua. Ele tem que pregar a Palavra de Deus em obediência a Cristo. Se o pregador está em rebeldia no seu viver, ele está desqualificado para pregar. Suas palavras são vazias e sem poder. Não importa o que a igreja pense, o tamanho da congregação, ou quantas conversões acontecem: o seu líder nessas condições está sem a bênção do Senhor, não importando os “sinais externos”: os resultados não autenticam a fonte (I Cor. 3:13-15).
A verdade é que ele seria um desastre espiritual a médio e longo prazo para a Igreja que o aceitar. Não se pode colocar o pecado em compartimentos. Quando ele entra na igreja sob a forma de omissão e rebeldia contra a Palavra de Deus, qual fermento se espalha para vários outros setores. Com o pecado não se brinca. A tendência do homem é o pecado, principalmente na área de família e sexo. Na igreja isto também se verifica. Se a liderança não tem os padrões de Deus, a degeneração dos crentes é certa. Os líderes cristãos não podem ser egoístas, buscando seus interesses a curto prazo, nem status de liderança para encobrir pecados pessoais.
Se os padrões são decadentes, pode-se esperar que os crentes que se desenvolveram dentro do ambiente de tolerância com o pecado serão cada vez mais decadentes, frios e finalmente apóstatas. Veja as advertências do Senhor às 7 igrejas do Apocalipse. A igreja local também não deve aceitar um pastor divorciado. Eles estariam em rebeldia contra a Palavra de Deus, independente do número de votos que homologou a aceitação. Os crentes sérios que porventura pertençam a tal igreja deveriam imediatamente se retirar dela, recusando submeter-se a um líder desqualificado e não aprovado por Deus. O voto da maioria nesse caso não opera a vontade de Deus (Ex.23:2).

6ª RAZÃO: Ele desonra o gesto prudente de ex-pastores que abandonaram o ministério por fracassarem no casamento.
Há diversos casos de pastores que, apesar de terem o chamado de Deus para o ministério, tiveram a dignidade e a nobreza de abandoná-lo após se desqualificarem devido ao divórcio, separação ou conduta. Quando alguém insiste em permanecer no ministério nessas condições está desonrando a Deus e a esses homens dignos que entenderam que não era mais a vontade de Deus a sua liderança sobre o Seu povo. Quando alguém assim permanece no ministério, na verdade está se julgando muito importante e indispensável para o trabalho de Deus (Luc. 17:10).

7ª RAZÃO: Ele destruiu o modelo de compromisso indissolúvel entre Cristo e sua Igreja.
O relacionamento eterno entre Cristo e os salvos, é comparado com o do marido e esposa cujo compromisso não é para ser quebrado (Efésios 5:22-33). Cristo sempre teve a Sua igreja no mundo, e em certos períodos, sobraram apenas poucos, que foram perseguidos, traídos, torturados, sepultados nas celas das masmorras, martirizados por sua fé, ou obrigados a fugir para a fortaleza das montanhas e para as covas e cavernas da Terra, mas continuaram guardando os mandamentos de Seu Pai.

8ª RAZÃO: Ele Não pode celebrar casamentos: “Até que a morte os separe” (Rom. 7:2-4, I Cor. 7:39)
Como pode um pastor proferir os votos conjugais para um casal de noivos, se ele mesmo não cumpriu na sua vida? Ou teremos que mudar os votos matrimoniais para: até que o divórcio os separe?

9ª RAZÃO: Ele está contribuindo para a degeneração dos padrões familiares.
Se pastores, tendo suas famílias dentro dos padrões bíblicos, já sofrem com a desintegração de várias famílias dos membros, imagine se do púlpito vem o péssimo exemplo do fracasso conjugal. Nesse caso os fundamentos da família estão abalados para as gerações seguintes (Sal. 11:3).
O divórcio é uma ameaça para a família cristã. As suas consequências são devastadoras para a família. Por esse motivo “… o Senhor Deus de Israel diz que aborrece o repúdio…” (Mal. 2:16). O homem que foi chamado para anunciar a Palavra de Deus como pastor não pode ser divorciado, muito menos casado pela segunda vez. Se alguém está nessa triste situação deve ter a humildade suficiente de abandonar o ministério urgentemente para não causar mais prejuízos ao testemunho do Evangelho e procurar exercer os seus dons fora da liderança da igreja, pois o seu chamado acabou tão logo tenha ocorrido a desqualificação.

Considerações Finais.
Para os crentes que desfrutam a bênção de ter o seu casamento dentro da vontade de Deus, fica o alerta para, humildemente, reconhecer a Graça do Senhor (I Cor. 10:12) e buscar em fervente oração, forças e discernimento para combater as armadilhas do maligno para a destruição da família.
O pecado sexual geralmente se faz acompanhar de outros. Ao se divorciar (cometendo adultério ou não), uma pessoa quebra pelo menos cinco princípios bíblicos: Coloca o desejo pessoal acima de Deus, rouba, cobiça, dá falso testemunho e quebra a aliança: “até que a morte os separa”, ou o “que Deus uniu, não separe o homem”.
Em razão da vergonha decorrente do pecado sexual, há a forte tendência de cometer pecados para encobri-lo. Se alguém tivesse dito ao rei Davi que embebedaria um homem e depois o mataria, ele não acreditaria. O pecado sexual, porém, o tornou mentiroso, ladrão e assassino.”
Penso sinceramente que pastores que se divorciaram não precisam e não devem estar pastoreando, eles precisam sim é de ajuda, pois estão fragilizados e necessitados de atenção e amor da irmandade. Mas, essa ajuda não pode ser exercida em sua integralidade se teimarem em prosseguir pastoreando. Precisam, reconhecer que fracassaram e que precisam continuar agora servindo a Deus de outra forma e em outras áreas. Essa é a verdade, uma triste verdade, mas a pura verdade.
Portanto e finalmente, afirmo sem medo de errar que um pastor que cai em adultério, ou que se divorcia por outras razões, casando ou não novamente, pode e deve ser restaurado no Corpo de Cristo, o perdão de Deus também alcança pastores, mas para o ministério pastoral se tornou reprovado!


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domingo, 23 de setembro de 2018

Perder um filho



Perder um filho.

Não existe maior dor na vida de um pai, que é a dor do sepultamento de um filho.
A dor é tão imensa, que nada pode amortecer essa dor.
Nunca fomos treinados, preparados ou ensinados a despedirmos nossos filhos, os entregando a eternidade.
A dor é tão insuportável, quem nem mesmo a presença dos filhos que ficaram, dos amigos e mesmo dos que estão próximos pode acalma-la.
É como se nosso coração fosse arrancado de uma vez, sem anestesia, sem preparo, sem nada.
A dor da alma é inconsolável e parece que a única forma de libertar dessa dor é ser sepultado junto com o filho.
Bom seria se Deus, ao recolher um filho, nos recolhesse junto, pois a dor da ausência, não se pode mensurar.
No momento, passa um filme pela nossa cabeça, desde a concepção até a ultima palavra que ouvimos antes de sua partida para a eternidade.
Sentimo-nos impotentes por não termos protegidos nossos filhos.
Sentimos culpados por não termos feito o nosso melhor.
Sentimos arrasados, por não termos dado um ultimo abraço ou um ultimo beijo.
Dói até mesmo, o ultimo pedido que não fizemos forças para realizar.
E essa é uma dor que teremos de carregar para o resto de nossas vidas.
O conforto que podemos ter e sentir, como um bálsamos para acalentar essa dor, é a presença do Espírito Santo em nossas vidas e certeza da ressurreição dos mortos.
Max Luccado, disse: Quando deixamos um filho na escola, não dizemos adeus, mas sim até logo, pois breve nos reencontremos, apesar da dor da separação.
Mas, quando deixamos nosso filho no cemitério, entregando o seu corpo a aquela tumba fria, temos a certeza de reencontro, porém não sabemos quando.
Fica a esperança e a certeza Daquele que disse: Eu Sou a ressurreição e a vida.
Filha..... Até logo....
Já se passaram oito anos e meio, mas parece que foi ontem.
A dor é a mesma...
Mas a esperança é maior.

23/09/2018
Pr. Elias Souza


sexta-feira, 8 de junho de 2018

PRECISAMOS REAPRENDER O VALOR DO CASAMENTO.




PRECISAMOS REAPRENDER O VALOR DO CASAMENTO.

Thornton Elder expressou:
“Não me casei com você porque você era perfeita; não me casei com você nem mesmo porque a amava. Casei-me com você porque você me fez uma promessa. Aquela promessa compensava seus defeitos. E a promessa que lhe fiz compensava os meus. Duas pessoas imperfeitas se casaram, e foi a promessa que fez o casamento. E, quando  nossos filhos estavam crescendo, não era uma casa que os protegia, e não era nosso amor que os protegia – era a promessa.”

A vida de casado realmente não é nada fácil.
Imagine duas pessoas de sexo diferente, de formação familiar diferente, de cultura diferente, de gostos diferentes, onde as diferenças são 100%?
Assim é a vida de casado.
Não existe a pessoa perfeita que se encaixará perfeitamente no meu perfil e que poderemos nos casar e dizer: Viveram felizes para sempre.
Casamento não vem pronto.
Casamento se constrói todos os dias.
Os sentimentos gostosos da paixão no inicio do relacionamento não permanecerá para sempre.
Haverá dias ruins;
Haverá desentendimentos;
Haverá dificuldades;
Haverá falta de compreensão......

Mas, então o que pode nos manter casados?
Quando eu era recém-casado, isso há 31 anos, casei-me com 18 anos de idade, uma colega de trabalho me disse:
“Você casou muito cedo e muito novo, logo, logo você vai se enjoar de sua esposa e vai querer procurar outra.”
Aquilo me irritou de uma forma, que não consegui me conter e balançando as pernas da minha calça, acabei lhe respondendo à altura:
- Eu sou homem o suficiente para honrar o compromisso que assumi com minha esposa diante do altar. Prometi meu amor incondicional e a cuidar dela até a morte.

Muitos anos se passaram.....
Tivemos:
Problemas financeiros;
Problemas de adaptação;
Problemas de doença;
Problemas com parentes;
Perda de uma filha;
Perda de emprego;
Perda de estabilidade financeira;
As filhas se casaram e foram embora;
Dificuldades....
Dificuldades....
Dificuldades....

O que então nos mantém juntos e ainda preocupados com outras famílias?
- A promessa feita no altar diante de Deus e das testemunhas, no dia do casamento, ou seja, OS VOTOS MATRIMONIAIS (Quando a Deus fizeres algum voto, não tardes em cumpri-lo; porque não se agrada de tolos; o que votares, paga-o. Melhor é que não votes do que votares e não cumprires. Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne, nem digas diante do anjo que foi erro; por que razão se iraria Deus contra a tua voz, e destruiria a obra das tuas mãos? Eclesiastes 5:4-6).
- Juntos somos mais fortes.
A bíblia nos diz:
Melhor são dois do que um, porque têm boa recompensa pelo seu trabalho.
Pois se caírem, um levantará o seu companheiro; mas ai daquele que está só quando cair, e não tiver quem o levante.Também se dois dormirem juntos, então se aquentam um ao outro; mas um só como se pode aquentar?
Se alguém for mais forte do que um só, dois lhe resistirão; e a corda de três dobras não se quebra facilmente. Eclesiastes 4:9-12

Quando um sente fraco, o outro ajuda.

Juntos vamos mais longe.

E acima de tudo: Convidamos a Deus para fazer parte do nosso casamento.

Pr. Elias Souza & Quitéria

Abelardo luz-SC; 08/06/2018



quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

O ANZOL DO DIVÓRCIO

Os anzóis são ferramentas utilizadas na captura de peixes, que, atraídos por um petisco desejado, a isca, acabam presos pela boca. Por mais que os anzóis sejam usados numa lagoa, rio ou em qualquer criadouro, os peixes nunca aprendem (e nem podem); os sobreviventes sempre cairão na armadilha.
Os casados também podem ser comparados a peixes que nadam pelas águas da vida e da existência conjugal. Constantemente Satanás lança os seus anzóis, disfarçados de deliciosos petiscos, de chamariscos, de armadilhas que atraiam os seus olhares ao cônjuge alheio ou a algum solteiro interessante. Mas, diferentemente dos peixes, o ser humano possui o JUÍZO e pode ser guiado por VALORES, além (e sobretudo) pelo compromisso com o Deus Todo-Poderoso, que estabeleceu alianças perpétuas. Portanto, o que Deus ajuntou não o separe o homem. (Mc 10:9)
Quero citar alguns anzóis contemporâneos, disfarçados, jogados pelo Diabo e seus demônios, para interromper a vida de uma família, de um casal, de pais que criam os seus filhos com tanto esforço. Sede sóbrios; vigiai; porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; (1Pe 5:8)
Um amigo ou amiga do trabalho, alguém de convívio constante, manifesta gentileza, atenção, interesse no bem estar e desejo de dedicar tempo privado para conversar. A pessoa, que atravessa momentos de desentendimentos ou de pouco diálogo caseiro, enxerga nisso um consolo, um refrigério. Então inicia e desenvolve um relacionamento de amizade que, aos poucos, torna-se compromisso, desejo, necessidade, até que o anzol lhe entra pelo céu da boca e o fisga para o inferno: traiu o cônjuge. Ou, talvez, planeja a troca de parceiro; apenas pedirá a separação para concretizar o que planejou.
Um amor tão ardente e tão intenso, manifestado num convívio constante, sofre o esfriamento devido às lutas diárias, à rotina de trabalho, à criação dos filhos e ao desenvolvimento da estafa. Para driblar o tempo livre e a falta de calor, começam os contatos por redes sociais (whatsapp, facebook, skype etc). Alguém estranho, que surgiu do nada, inicia uma conversa construtiva, agradável. Compartilha algumas fotos, fala de alguns sonhos e um sentimento surge. Aparece então o fraseado comprometedor, os apelidos carinhosos e os sonhos imaginados e impossíveis até então. Pronto - o anzol entrou pela boca e uma terceira pessoa povoou mente e coração. A sequência disto já é muito comum e conhecida: um encontro num restaurante, uma viagem para um hotel próximo, um acordo para separação do casal que se destrói. As trevas aplaudem a gloriosa pescaria realizada!
Cônjuges casaram-se, mas sem a estrutura emocional e maturidade necessárias. Vieram as crianças, chegaram as cobranças, surgiu o grande vazio de tanques de amor esgotados. O marido sente-se amado pelo toque, mas a esposa só se sente amada com atos de serviço. Ambos não se suprem e as divergências crescem. As brigas avolumam-se. Então a esposa pede um galão de água a um entregador e o atendente é prestativo, coloca o objeto no filtro, limpa o chão molhado, dispôe-se a entregar-lhe sempre. Surge um flerte. O marido, indo para o trabalho de ônibus, senta-se lado de uma mulher bonita, que troca conversas. Ele abre-lhe o coração e ela afaga-lhe o braço com ternura. Na próxima viagem vem um abraço e estabelece-se o suprimento externo inesperado. Os anzóis estão bem presos: o casal pede a separação.
Eu poderia alistar centenas de outras situações. Mas a matriz é sempre a mesma: QUEBRA DE ALIANÇA. Ninguém atualmente é obrigado a casar-se com ninguém. Porém, ao casar-se, constrói uma aliança PARA A VIDA, não para o momento. Portanto deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. (Gn 2:24); Porque a mulher está sujeita ao marido enquanto ele viver. (Rm 7:2)
Casar-se é uma missão, uma honra, um compromisso. E o seu fundamento não é o sentimento, ainda que este seja importante; a sua liga é A ALIANÇA DE COMPROMISSO. Exceto nos casos citados na Bíblia (traição), o casal deve manter-se unido até que a morte os separe. O que Satanás deseja (e tem obtido muito resultado) é DESFAZER as famílias. Quando os filhos estão crescidos a tristeza é grande, mas quando os filhos são pequenos, o desastre é maior ainda: guarda compartilhada ou litígio, duas casas, duas ou mais famílias, pai e padrasto, mãe e madrasta, irmãos e meio-irmãos, convívios diversos, bagunçados, distintos e confusos. E o principal: entrar na vida adulta não confiando na instituição divina, sem acreditar que haja algum casamento que preste.
ANZÓIS! Cuidado! Cuidado com as raposinhas! Apanhai-nos as raposas, as raposinhas, que fazem mal às vinhas, porque as nossas vinhas estão em flor. (Ct 2:15). Vigilância! Não deixar brechas no convívio, no entendimento, no culto ao Senhor, na harmonia e na comunhão espiritual. Por isso o casamento com fé divergente ou diferente não é da vontade de Deus. O casamento, antes de ser a união um casal humano, é uma aliança com Deus, um compromisso para toda a vida. Portanto guardai-vos em vosso espírito, e ninguém seja infiel para com a mulher da sua mocidade. (Ml 2:15)
Os peixes continuarão a serem fisgados no riacho. Mas lembre-se: você não é um peixe, você tem juízo. Desvie-se dos petiscos fáceis, lançados por Satanás.
E que Deus preserve as famílias! Que console os vitimados pelo divórcio e que traga paz aos lares!
Wagner Antonio de Araújo

06/02/2018

segunda-feira, 30 de outubro de 2017

IDEOLOGIA DE GÊNEROS, A DESCONSTRUÇÃO DAS FAMÍLIAS A PARTIR DAS CRIANÇAS.


IDEOLOGIA DE GÊNEROS, A DESCONSTRUÇÃO DAS FAMÍLIAS A PARTIR DAS CRIANÇAS.
Certamente o SENHOR Soberano não faz coisa alguma sem revelar o seu plano aos seus servos, os profetas.
Amós 3:7
Mas, como sempre, primeiramente vos aviso por meio dos meus profetas. É isto que sempre tenho feito.
Amós 3:7
Sabemos que Deus não fará ou não permitira que alguma coisa aconteça, sem antes avisar o povo através de seus servos, os profetas.
Hoje temos visto a igreja assustada, se escondendo entre quatro paredes, alguns lideres escolhendo a dedo pregadores e ensinadores que dizem aquilo que o povo quer ouvir e pra piorar a situação, escolhendo até o que se prega ou ensina, para não confrontar essa sociedade impregnada de atos e costumes demoníacos, cujo objetivo principal, é a destruição ou desconstrução da família, conforme os preceitos bíblicos estabelecidos.
Para não dizer que Deus não nos avisou, basta lembrarmos-nos do Pr Josué Yrion, nos idos dos anos 80, quando o mesmo apregoou no Brasil de norte a sul, de leste a oeste, quer através dos púlpitos ou das fitas VHS que circularam em quase todas as igrejas, onde o mesmo descreveu a estratégia de satanás para a destruição da Igreja.
Hoje, vendo o plano de satanás em ação, percebemos que o objetivo não foi somente a destruição da igreja, mas principalmente da família.
Vejamos os três pedidos dos satanistas em sua convenção nos anos 80, conforme alerta do pastor Josué Yrion:
01)             Que as igrejas sejam destruídas à Perda de tempo, pois Jesus disse as portas do inferno não prevaleceriam contra Ela. A Igreja é vencedora e esta sempre avante.
02)             Que os pastores sejam destruídos à Também, perda de tempo, pois os verdadeiros pastores chamados por Deus, estão sofrendo em defesa da verdade, mas continuam leais e fiéis as suas chamadas, crendo que maior é o que esta em nós, que aquele que esta no mundo.
a.  Astucia para a destruição dos pastores à Satanás tem levantado falsos pastores, falsos obreiros, armado ciladas para os defensores da fé, porém, não prevalecerá.
03)             QUE AS CRIANÇAS SEJAM DESTRUÍDAS àSegundo os satanistas, caso as crianças sejam destruídas, não haverá pastores, não havendo pastores, não haverá igrejas, não havendo igrejas, ele terá todo poder na face da terra.
Quando escutamos esses ensinos do Pastor Josué, passamos a imaginar, qual seria a astucia diabólica para a destruição das crianças.
Até então, não contávamos com internet, celular, rede social e tantas outras coisas da modernidade.
A única porcaria que nossas crianças tinham contato era através da televisão dos desenhos da Disney.
Pouco conhecimento tínhamos dos movimentos da libertação feminina (mulher macho) que batalhavam para o pé de igualdade entre homem e mulher.
Estávamos em nossa zona de conforto, deixando satanás e seus asseclas agirem livremente na sociedade com seus movimentos e manipulações para a mudança dos costumes antigos.
Como isso aconteceu?
a)  Com o movimento da libertação feminina, a mulher entrou no mercado de trabalho, competindo e disputando as vagas de igual para igual com os homens.
b)  O lar foi abandonado pela mulher.
c)  A maternidade foi relegada a segundo plano.
d)  As crianças passaram a ser educadas e ensinadas por terceiros.
e)  A “babaca” eletrônica, ganhou força dentro das casas, ensinado e moldando as crianças para o mal.
f)    A TV Globo, nos anos 80, trouxe a mudança de comportamento, dando vazão ao divorcio, como a coisa mais natural do mundo, através de suas novelas das 21 horas.
g)  Começamos finalmente a ter e ser normal em nossa sociedade às crianças de rua, menores desamparados, criminalidade entre adolescentes, etc..

Alguns anos atrás, o governo populista, influenciado por satanás, trouxe uma “solução maravilhosa” para às famílias:
·       Creche em tempo integral para as crianças.
·       Obrigatoriedade dos pais mandar as crianças para a escola com idade a partir de 04 anos.
Finalmente o ultimo pedido dos satanistas começaram a entrar em pratica.
“Vamos destruir as crianças”
Ao colocar em pratica a implantação da ideologia de gêneros, o objetivo principal não é a igualdade entre os sexos, mas descaradamente a destruição da família.
Estão tentando impregnar nas crianças, antes de sua formação paternal, os valores diabólicos para a desconstrução dos valores cristãos e familiares.
Estão tentando enlouquecer às crianças com afirmativas de que podem ter duas mães ou dois pais.
Estão tirando das crianças o respeito e a honra pelos pais.
Estão deformando as crianças em sua mais tenra idade.

PAIS.........
Abram os olhos......
O que seus filhos estão aprendendo???
IGREJA....
Acorda....... Saia da zona de conforto.
Vá pras ruas lutar pelas famílias.
Vá lutar por si mesma.

Pois destruindo as crianças......
Não haverá família;
Não haverá igreja;
Não haverá sociedade.

O caos finalmente se estabelecerá, cumprindo assim o que Jesus disse:
“O ladrão vem, senão a roubar, matar e destruir. João 10:10”
Roubar sua família.
Matar sua fé.
Destruir seus sonhos.

QUE DEUS TENHA MISERICORDIA DE CADA UM DE NÓS.

São João Batista-SC, 30 de outubro de 2017.

Pr. Elias Souza